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Aquiles Rique Reis

Aquiles Rique Reis (436)

A soma que reforça a força

Fernandinho Melo e Luiz Bueno são o Duofel – identidade forjada na soma das quatro mãos. Força tecida em música dedilhada. Arranjos pujantes, viris mesmo. Pegada vigorosa. Tudo o que lhes sai das mãos é experimento sonoro. Energia!

Carlos Malta é craque em qualquer instrumento que necessite ser assoprado. A sua musicalidade vem da seiva advinda da brisa pura que aspira – tão livre, tão poética. O ar que vem de seus pulmões purifica a música que toca. Admirável!

Robertinho Silva é patrimônio musical brasileiro. Seus tambores proclamam a fortaleza de uma brasilidade que impõe respeito, dá orgulho e causa admiração. As batidas de suas percussões têm o sabor que emana da sabedoria que lhe permite saber com exatidão o que quer de seu ofício. Eterno!

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De: violões Para: Itamar Assiere

Prezado pianista Itamar Assiere,

Vimos por meio desta dizer da nossa alegria ao recebermos o seu CD, o primeiro em seus trinta anos de carreira, no qual você reverencia a música dos violonistas brasileiros. Aliás, saiba que o nosso querido Villa-Lobos garante que este seu trabalho será o primeiro de muitos. Foi ele quem recebeu o seu álbum, Aos Violonistas (Borandá), e, esbaforido, correu para mostrá-lo a todos.

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Quando a música instrumental é mais bela

O trompetista Guilherme Dias Gomes lançou um ótimo disco instrumental, Trips (Tratore). Viagens que, seja lá como for, marcaram o músico de alguma forma. Assim, todos os temas remetem a lugares ou sensações que trouxeram alguma fonte de inspiração para o músico. E ele não negou inspiração, conduzindo-a com sabedoria entre harmonias, melodias e ritmos.

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O brilho do passado no futuro

A rapaziada que viria a criar a bossa nova tinha como ídolos os grandes nomes do jazz norte-americano. A moçada devorava os LPs que lhes chegavam às mãos, trazidos por almas caridosas quando retornavam ao Brasil – os bossanovistas tratavam-nos como emissários benfeitores do som que tanto curtiam: afinal, suas composições inspiravam-se nas harmonias dos jazzers, logo sendo ricamente ajustadas ao “veneno” brasileiro.

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E foi assim...

Imagino que o que senti nos últimos dias, leitor, você também já tenha sentido ao ouvir pela primeira vez um disco que você não fazia ideia de suas qualidades nem defeitos.

Primeiro vem a surpresa; a seguir, a constatação; logo, a vontade de ouvi-lo mais uma vez. E foi exatamente isso que se deu comigo ao escutar Campo Aberto (Acari Records), o álbum de estreia do jovem mineiro (25 anos) Artur Padua. Também violonista, ele foi aluno na Escola Portátil de Música, quando aprendeu a tocar o instrumento com o mestre do sete cordas Maurício Carrilho.

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