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Věra Chytilová: a grande dama do cinema tcheco

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A mais importante cineasta da Nouvelle Vague Tcheca, apesar do reconhecimento mundial e de sua relevância artística, praticamente não é conhecida no Brasil e teve poucos filmes exibidos por aqui. Mas, com a mostra Věra Chytilová: a grande dama do cinema tcheco, o público do CCBB poderá finalmente descobrir a filmografia desta artista. A retrospectiva vai do primeiro curta dirigido por Chytilová, Green Street(Zelená ulice, 1960), até seu último trabalho, Momentos agradáveis(Hezké Chvilky bez Záruky, 2006), e inclui também  o documentário Jornada - Um retrato de Věra Chytilová(Cesta - Portret Věra Chytilová, 2004), de Jasmina Bralic, somando 20 longas e seis curtas-metragens de ficção e documentário. 

 

Entre os destaques da retrospectiva estão As Pequenas Margaridas(Sedmikrásky,1966), o primeiro filme de Chytilová a ter expressão internacional, e os inéditos Armadilhas(Pasti, Pasti, Pastičky), vencedor do prêmio Elvira Notari no Festival de Veneza de 1998, e O Chalé do Lobo (Vicl Bouda), que concorreu ao Urso de Ouro no Festival de Berlim de 1987.

 

A programação conta ainda com a masterclass “A montagem nos filmes de Věra Chytilová", com a montadora e videoartista Célia Freitas, no dia 2 de maio (quinta), às 19h; um debate sobre a vida e obra de Věra Chytilová com a curadora Rosa Monteiro, a crítica de cinema e antropóloga Samantha Brasil e Célia Freitas, no dia 25 de abril, (quinta) às 19h; e duas sessões inclusivas - 19 de abril (sexta), às 16h30, e 1º de maio (quarta), às 13h30 - de Fruto do Paraíso(Ovoce stromu rajských jíme), que participou do Festival de Cannes 1970. A exibição terá tradução de LIBRAS, audiodescrição e legenda descritiva. Os três eventos têm entrada franca com senhas distribuídas a partir de uma hora antes do início. 

 

Věra Chytilová (1929-2014) foi uma figura proeminente, embora nem sempre lembrada com a devida atenção na história da Sétima Arte. Dois ou três de seus filmes são esporadicamente analisados em conjunto sob o contexto da Nouvelle Vague Tcheca, mas pouca luz foi jogada à exposição e compreensão de sua obra autoral como um todo. 

 

Věra Chytilová estudou arquitetura e filosofia e, depois, trabalhou como modelo,  assistente de produção e claqueteira. Foi aceita  na Academia Superior de Cinema de Praga, a FAMU, na qual veio a  estudar com outros diretores renomados como JIfi Menzel, Jan Nemec Ji e Milos Forman. O encontro gerou impactos nas filmografias de todos esses diretores: seus filmes eram permeados por humor negro, crítica social e sátiras veladas sobre o regime comunista, dando início ao que se chamou posteriormente de Nouvelle Vague Tcheca.  

 

A liberdade artística possibilitada pelo clima de protesto e efervescência cultural durou pouco tempo, por pressão da União Soviética. Muitos contemporâneos de Věra Chytilová, incluindo Milos Forman, tiveram que se exilar. Věra, no entanto, resistiu e seguiu produzindo dentro de seu próprio país. 

       

Os filmes de Chytilová não dissociam a visão subjetiva da mulher moderna de uma objetividade crítica feminista. As suas personagens são emancipadas ou não são prisioneiras das palavras dos homens, da linguagem e do julgamento masculino. Em  sua obra-prima As Pequenas Margaridas(1966) ela encontra, tal como suas personagens, uma linguagem própria, característica marcante em toda sua filmografia.

 

Depois de As pequenas margaridas, o governo soviético praticamente inviabilizou o trabalho de Chytilová dentro da Tchecoslováquia. Ela, então, passou a dirigir comerciais usando o nome de seu marido, Jaroslav Kučera. Após seis anos de lista negra, sua produção prosseguiu intensa até os anos 2000, com histórias absurdas repletas de surrealismo e algumas das aberturas mais revolucionárias e chocantes da história do cinema. Através dos anos, os filmes de Chytilová se tornaram menos experimentais mas nunca perderam suas características subversivas e seus elementos de paródia do estilo de vida da Tchecoslováquia. 

 

Até o fim de sua carreira, Věra lutou intensamente para produzir arte dentro de um meio complexo e asfixiante de muita censura. Ela resistia a definição e rótulos e, quando questionada sobre o tema feminismo, dizia: “Eu era ousada o suficiente para querer liberdade absoluta - mesmo se isso fosse um erro”.

 

PROGRAMAÇÃO – CCBB RIO DE JANEIRO

 

Dia 17/04 - Quarta-feira

17h30– “Sessão Curtas 1: Green Street, Miado, Teto e Saco de Pulgas”. “Shorts 1: Zelena ulice, Kocicina, Strop, Pytel Blech”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1960/62). 107 min. 16 anos.

Os primeiros quatro curtas de Chytilová, lançados entre 1960 e 1962.

 

20h– “Jornada - Um Retrato de Vera Chytilová”. “Cesta - Portret Věra Chytilová”. De Jasmina Bralic (República Tcheca, 2004). 54 min. 16 anos.

Documentário intimista sobre a cineasta Věra Chytilová. Ela fala sobre como chegou ao cinema, sua vida pessoal e sua carreira.

 

Dia 18/04 - Quinta-feira

16h20– “Banidos do Paraíso”. “Vyhnání z Ráje”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2001). 125 min. 16 anos.

Nada parece dar certo para Rosta, um cineasta que está dirigindo o filme "Paradiso" em uma praia nudista. Desde o primeiro dia de filmagem ele se encontra em situações de conflito com sua equipe, seu elenco e sua esposa. Comédia ousada que cita elementos do filme anterior de Chytilová, “Frutos do Paraíso”.

 

18h45– “Tainted Horseplay”. “Kopytem Sem, kopytem tam”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1988).129 min. 16 anos.

Para três amigos a vida é uma diversão sem fim. Conquistam garotas aos montes indo de festa em festa, até que descobrem que um deles é soropositivo. Primeiro filme do bloco do leste sobre AIDS, é considerado um dos filmes do ciclo “mulherengo” de Chytilová.

 

Dia 19/04 - Sexta-feira

14h– “Pérolas das Profundezas”. “Perlicky na dne”. De Jiří Menzel, Jan Němec, Evald Schorm, Věra Chytilová, Jaromil Jireš (Tchecoslováquia, 1965).106 min. 16 anos.

Cinco curtas baseados em cinco histórias de Bohumil Hrabal. O segmento de Chytilová, "Na Cafeteria do Mundo", talvez seja o mais sombrio e surreal. Dois acontecimentos têm lugar numa cantina ao mesmo tempo: uma mulher jovem morre enquanto se realiza um banquete de casamento.

 

16h30– SESSÃO INCLUSIVA- “Fruto do Paraíso”. “Ovoce stromu rajských jíme”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia/Bélgica, 1970).96 min. 16 anos. Entrada franca.Com tradução de LIBRAS, legenda descritiva e audiodescrição.

Eva é uma jovem obcecada por um homem vestido de vermelho, que não se sabe quem é, o que faz, e se apresenta algum perigo. Até o dia em que Eva e seu namorado passam o dia em um spa surrealista, onde deparam-se com a Tentação. Fábula visual que recria de forma alegórica e psicodélica a história de Adão e Eva. Um filme cheio de sobreposições de cores, colagens e texturas. 

 

18h30– “Procurando Ester”. “Pátráni po Ester”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2005).119 min. 16 anos.

Ester Krumbachová colaborou com Chytilová nos seus projectos mais célebres, como Pequenas Margaridas, Fruto do Paraíso e A Tarde do Fauno, além de ter realizado um filme como diretora. Coração e alma da Nouvelle Vague Tcheca, Krumbachová sempre inspirou os que a rodeavam. Agora Chytilová se pergunta: quem era Ester?

 

Dia 20/04 - Sábado

17h– “Armadilhas”. “Pasti, Pasti, Pastičky”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 1998). 112 min. 16 anos.

Dois homens raptam e estupram uma jovem mulher para quem dão carona, sem saber que ela era uma veterana de guerra. Ela os droga e remove seus testículos. Drama que mescla momentos de humor absurdo com protestos políticos.

 

19h30– “As Pequenas Margaridas”. “Sedmikrásky”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1966).73 min. 16 anos.

Duas garotas, ambas chamadas Marie, reconhecem que o mundo está corrompido e decidem embarcar em uma série de brincadeiras destrutivas que consomem e destroem o que está ao redor delas. Carro-chefe da Nouvelle Vague Tcheca, o filme é um exercício audiovisual extravagante, anarquista e dadaísta, com uma explosão de cores psicodélicas e símbolos do inconsciente. A diretora definiu o filme como “uma farsa filosófica feminista”.

 

Dia 21/04 - Domingo

16h– “Fruto do Paraíso”. “Ovoce stromu rajských jíme”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1970).96 min. 16 anos. 

 

18h– “Algo Diferente”. “O něčem jiném”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1963).82 min. 16 anos.

Duas histórias, uma documental, outra ficcional, desenrolam-se em paralelo: os preparativos da ginasta Eva Bosáková para o seu último campeonato mundial e a dona de casa Věra, que assume todo o trabalho doméstico de seu lar. As pressões sofridas por Eva e a falta de reconhecimento na vida de Věra são colocadas lado a lado, assim como os dois mundos igualmente dominados pelos homens.

 

Dia 22/04 - Segunda-feira

14h30– “O Bobo da Corte e a Rainha”. “Sasek a Kralóvna”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1987).112 min, 16 anos.

Uma sátira de elementos quixotescos que alterna entre personagens reais e os seus correspondentes fantasiosos: um morador de um pequeno vilarejo tcheco ajuda um casal alemão a procurar javalis selvagens, enquanto em uma narrativa paralela um bobo-da-corte entretém um rei alemão e sua esposa francesa.

 

17h– “O Chalé do Lobo”. “Vicl Bouda”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1986).92 min. 16 anos.

A única incursão de Chytilová no terror adolescente tem também uma pitada de ficção científica. Um grupo de adolescentes faz uma viagem de esqui supervisionado por instrutores estranhos. Uma avalanche os isola do mundo e os suprimentos são limitados. Cruzamento peculiar entre filme de gênero, fábula e alegoria política. 

 

19h– “Pérolas das Profundezas”. “Perlicky na dne”. De Jiří Menzel, Jan Němec, Evald Schorm, Věra Chytilová, Jaromil Jireš (Tchecoslováquia, 1965).106 min. 16 anos.

 

Dia 24/04 - Quarta-feira

15h– “Praga - O Incansável Coração da Europa”. “Praha - neklidné srdce Evropy”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia/Itália, 1984).60 min. 16 anos.

Um ensaio sobre uma cidade dos tempos antigos que adota um estilo de vida moderno. Os temas em foco são analisados através de uma divisão inusitada: paganismo, expansão do cristianismo, a renascença e o barroco são colocados lado a lado com suas ramificações e consequências na vida moderna de Praga.

 

16h30 – “Momentos Agradáveis”. “Hezké Chvilky bez Záruky”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2006). 113 min. 16 anos

Apesar de ela própria estar à beira de um esgotamento nervoso, a psicóloga Hana atendeum grupo de pacientes complexos. O última longa-metragem de Chytilová é uma tragicomédia humana e uma história de tormento diário.

 

19h– “Conjunto Habitacional”. “Panelstory aneb jak se Rodí Sídliště”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1979). 96 min. 16 anos.

Em Praga,um senhor perambula por um conjunto habitacional mal sinalizado e ainda em construção, procurando o bloco para onde ele irá se mudar com a família de sua filha. O ancião oriundo do campo gosta de conversar, nada escapa de seus olhos e ele quer dar a todos uma ajuda.

 

Dia 25/04 - Quinta-feira

15h– “Calamidade”. Kalamita”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1981). 96 min. 16 anos.

Tour de forcesobre a vida cotidiana no final da Tchecoslováquia, realidade que Chytilová conhecia intimamente.  Calamidade também marca a primeira colaboração da diretora com o dramaturgo Bolek Polívka, que entraria em muitos dos seus filmes.

 

17h15 – “As Pequenas Margaridas”. “Sedmikrásky”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1966).73 min. 16 anos.

 

19h- DEBATEsobre a vida e a obra de Věra Chytilová com a curadora Rosa Monteiro, a montadora e videoartista Célia Freitas e a crítica de cinema e antropóloga Samantha Brasil. Entrada franca (senhas distribuídas a partir de 1h antes do início do debate).

 

Dia 26/04 - Sexta-feira

15h30– “Vôos e Quedas”. “Vzlety a Pády”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2000).  110 min. 16 anos.

Documentário pouco conhecido  sobre a cultura oculta do mundo artístico tcheco da primeira metade do século XX. Um capítulo crucial da obra de não-ficção de Chytilová sobre a Tchecoslováquia, dessa vez por meio das vidas de três fotógrafos tchecos: Václav Chochola, Karel Ludwig e Zdeněk Tmeje. Chytilová regressa aos locais de Pérolas das Profundezas, filme de sua juventude.

 

18h– “Sessão Curtas 2: Camarada e O Tempo é Inexorável”. “Cas je neúprosný”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1971/78). 57 min. 16 anos.

Sessão com dois filmes de Chytilová realizados em 1971 e 1978, respectivamente. Chytilová foi proibida de realizar filmes durante 6 anos. A única exceção foiCamaradas, que relata uma tensa história sobre três soldados e um disparo fatídico. Já O Tempo é inexorável aborda de forma filosófica e poética as histórias de um grupo de idosos.

 

19h30– “Chytilová versus Forman”. “Chytilová Versus Forman”. De Věra Chytilová(Bélgica, 1981).84 min. 16 anos.

Documentário.Um combate intelectual entre dois artistas drasticamente distintos: um permanentemente inseguro, frustrado e que questiona tudo, outra uma surpreendente contadora de histórias perfeitamente em paz, pouco ligada à introspecção e confiante na intuição.

 

Dia 27/04 - Sábado

14h30– “Banidos do Paraíso”. “Vyhnání z Ráje”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2001). 125 min. 16 anos.

 

17h– “Os Cidadãos de Praga me Entendem”. “Mí Pražané Mi rozumějí”. ”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1991).60 min. 16 anos.

Uma comédia maliciosa em que Chytilová relaciona o legado de Mozart com a arquitetura contemporânea de Praga, através de um relato ficcional da estadia do compositor na cidade. O filme nega qualquer verossimilhança ou relação com fatos históricos.

 

18h30- “Tainted Horseplay”. “Kopytem Sem, kopytem tam”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1988).129 min. 16 anos.

 

Dia 28/04 - Domingo

13h40- “Sessão Curtas 1: Green Street, Miado, Teto e Saco de Pulgas”. “Shorts 1: Zelena ulice, Kocicina, Strop, Pytel Blech”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1960/62). 107 min. 16 anos.

 

16h– “Tomás Garrigue Masaryk”. “TGM Osvoboditel”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1990). 61 min. 16 anos.

A vida de Tomáš Garrigue Masaryk, o primeiro presidente eleito da Tchecoslováquia depois da queda do império austro-húngaro em 1918. Material audiovisual de arquivos, fotos e dramatizações de sua infância tecem uma história intimamente ligada ao passado do país.

 

17h30– “A Herança”. “Dedictví aneb Kurvahosigutntag”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1992).120 min. 16 anos.

Um caipira herda milhões e vai para a cidade, deixando sua vila para ir viver como rico na República Tcheca pós-comunista. Colaboração entre Chytilová e Polívka, que co-escreveu o argumento e interpretou o protagonista, o filmeé uma comédia politicamente incorreta e um registro impagável da transição da antiga Tchecoslováquia para o capitalismo selvagem, a busca por dinheiro fácil e alpinismo social.

 

Dia 29/04 - Segunda-feira

15h30- “O Bobo da Corte e a Rainha”. “Sasek a Kralóvna”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1987).112 min, 16 anos.

 

18h- “O Chalé do Lobo”. “Vicl Bouda”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1986).92 min. 16 anos.

 

Dia 01/05 - Quarta-feira

13h30 – SESSÃO INCLUSIVA- “Fruto do Paraíso”. “Ovoce stromu rajských jíme”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia/Bélgica, 1970).96 min. 16 anos. Entrada franca.Com tradução de LIBRAS, legenda descritiva e audiodescrição.

 

16h– “Vôos e Quedas”. “Vzlety a Pády”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2000). 110 min. 16 anos.

 

18h30- “Os Cidadãos de Praga me Entendem”. “Mí Pražané Mi rozumějí”. ”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1991).60 min. 16 anos.

 

Dia 02/05 - Quinta-feira

17h- “Algo Diferente”. “O něčem jiném”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1963).82 min. 16 anos.

 

19h- MASTER CLASS“A montagem nos filmes de Věra Chytilová ", com a montadora e videoartista Célia Freitas. Entrada franca (senhas distribuídas 1h antes do início da aula).

Dia 03/05 - Sexta-feira

15h30- “Praga - O Incansável Coração da Europa”. “Praha - neklidné srdce Evropy”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia/Itália, 1984).60 min. 16 anos.

 

17h- “Tomás Garrigue Masaryk”. “TGM Osvoboditel”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1990). 61 min. 16 anos.

 

18h30- “Sessão Curtas 2: Camarada e O Tempo é Inexorável”. “Cas je neúprosný”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1971/78). 57 min. 16 anos.

 

Dia 04/05 - Sábado

14h30- “Calamidade”. Kalamita”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1981). 96 min. 16 anos.

 

16h30- “A Herança”. “Dedictví aneb Kurvahosigutntag”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1992).120 min. 16 anos.

 

19h- “Momentos Agradáveis”. “Hezké Chvilky bez Záruky”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2006). 113 min. 16 anos

 

Dia 05/05 - Domingo

13h30- “Armadilhas”. “Pasti, Pasti, Pastičky”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 1998). 112 min. 16 anos.

 

16h- “Chytilová versus Forman”. “Chytilová Versus Forman”. De Věra Chytilová(Bélgica, 1981).84 min. 16 anos.

 

18h - “Conjunto Habitacional”. “Panelstory aneb jak se Rodí Sídliště”. De Věra Chytilová(Tchecoslováquia, 1979). 96 min. 16 anos.

 

Dia 06/05 - Segunda-feira

15h – “Chytilová versus Forman”. “Chytilová Versus Forman”. De Věra Chytilová(Bélgica, 1981).84 min. 16 anos.

 

17h- “Jornada - Um Retrato de Vera Chytilová”. “Cesta - Portret Věra Chytilová”. De Jasmina Bralic (República Tcheca, 2004). 54 min. 16 anos.

 

18h30- “Procurando Ester”. “Pátráni po Ester”. De Věra Chytilová(República Tcheca, 2005).119 min. 16 anos.

 

 

Serviço 

Věra Chytilová: a grande dama do cinema tcheco

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

De 17 de abril a 6 de maio de 2019

Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel (21) 3808-2020 

Salas de Cinema 1 (98 lugares)  

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